Do giz ao prompt: o que o professor universitário não pode terceirizar Recently updated !
O texto analisa o dilema do professor universitário diante da inteligência artificial, mostrando que o problema central não é usar ou rejeitar a tecnologia, mas definir o que não pode ser terceirizado. A IA pode apoiar buscas, organizar leituras, sugerir estruturas, revisar linguagem e acelerar materiais didáticos. Porém, torna-se perigosa quando substitui leitura crítica, autoria, julgamento pedagógico e responsabilidade intelectual. O artigo propõe critérios para uso acadêmico responsável, incluindo verificação de fontes, compreensão, crítica, transparência e autoria humana. Defende uma universidade que incorpore a IA com método, sem perder seu compromisso formativo com a formação crítica de professores e estudantes.
