Mini-CEX e OSCE: por que a avaliação clínica precisa de mais de um instrumento
Este texto examina o Mini-CEX e o OSCE, dois instrumentos centrais na avaliação da competência clínica, a partir de suas origens e estruturas distintas. Situa ambos na hierarquia de Miller, mostrando que ocupam níveis diferentes da pirâmide da competência, e detalha suas diferenças quanto a ambiente, tipo de paciente e padronização. Argumenta, com base na avaliação programática, que a escolha entre os dois é um falso problema, pois a validade de um programa de avaliação depende da triangulação de evidências, e não da eleição de um método único. Discute, por fim, os limites e as condições para sua implementação.
