Inteligência artificial


🧭 Uso do ChatGPT para Criar Formulários do Google via Apps Script   Recently updated !

Este texto descreve o uso de assistente de inteligência artificial para gerar código em Google Apps Script e, com ele, criar e configurar formulários automaticamente. Explica o que o código pode conter, título, seções, perguntas de tipos variados, lógica condicional de navegação, mensagens de confirmação e integração com planilhas para registro das respostas. Aponta as vantagens de agilidade, padronização, reprodutibilidade e documentação, indica as situações de uso, entre elas questionários, avaliações e produtos mínimos viáveis, e distingue os dois ambientes envolvidos, o de geração e o de execução do código.


O verdadeiro problema não é a credibilidade, mas o uso irrefletido da IA   Recently updated !

Este texto sustenta que o debate sobre inteligência artificial na pesquisa se concentrou indevidamente no receio de perda de credibilidade, quando o problema real está no uso irrefletido e não validado da ferramenta. Argumenta que a credibilidade não é comprometida pela transparência, mas pela ausência de validação, e que o risco surge quando o pesquisador delega à máquina o julgamento crítico e aceita respostas automáticas como conclusões. Defende que declarar o uso ético e validado constitui ato de maturidade profissional, e que a responsabilidade pelo resultado permanece sempre humana.


A Ideia Brilhante e o Uso da Inteligência Artificial na Pesquisa   Recently updated !

Este capítulo examina o efeito da inteligência artificial sobre a pesquisa científica e sustenta que a ferramenta acelera etapas sem alterar a essência da jornada, que permanece dividida em planejamento, execução e divulgação. Parte da ideia brilhante, estruturada pela estratégia PICO até converter-se em pergunta clara, e mostra o auxílio da máquina na formulação de hipóteses, objetivos e títulos e na elaboração do plano de intenção. Adverte quanto aos riscos de superficialidade, informação falsa e viés, e mantém a validação crítica e ética como tarefa indelegável do pesquisador.


A Inteligência Artificial como Máquina a Vapor da Intelectualidade Humana na Pesquisa Clínica   Recently updated !

Este texto propõe uma analogia entre a inteligência artificial e a máquina a vapor, que multiplicou a força física humana e abriu caminho para a revolução industrial. Sustenta que a nova tecnologia multiplica a capacidade de processar informação, analisar dados e produzir conhecimento, com aplicações na seleção de artigos para revisões sistemáticas, na identificação de hipóteses em grandes bancos, na simulação de cenários e no apoio à redação. Distingue o uso legítimo da simulação de autoria e defende que a ética está em integrar a tecnologia com consciência, não em recusá-la.


Descubra o poder do Storybook da Gemini   Recently updated !

Este texto apresenta o Storybook como plataforma que centraliza o desenvolvimento, a documentação e o teste de componentes de interface de forma isolada, sem necessidade de iniciar a aplicação inteira. Enumera as vantagens que atribui à ferramenta, o desenvolvimento ágil de componentes robustos e reutilizáveis, a documentação viva que mostra o comportamento de cada elemento em diferentes estados, e a colaboração entre equipe técnica, pessoas de projeto e gestores de produto, com apoio aos testes de regressão visual. Ao final, indica exemplos de uso já publicados.


Meta-Prompt   Recently updated !

Este texto descreve o metaprompt como regra mestra que passa a orientar todas as interações seguintes com um sistema de inteligência artificial. Apresenta o ciclo em quatro etapas, o prompt inicial escrito pelo humano, ainda em estado bruto, a geração do metaprompt pela máquina, com objetivo, público, tom, formato, extensão, critérios de qualidade e restrições, a validação humana que elimina ambiguidades e a implementação. Traz exemplo aplicado ao ensino da insuficiência venosa crônica e reproduz a instrução principal a ser fornecida ao sistema.


75 anos de IA: Linha do Tempo   Recently updated !

Este texto reúne uma linha do tempo da inteligência artificial ao longo de mais de sete décadas. Parte da proposta do teste de Turing, em 1950, e da criação do próprio termo na conferência de Dartmouth, em 1956, passa pelo primeiro robô móvel e pelas aplicações iniciais de reconhecimento de voz, e registra a derrota do campeão mundial de xadrez pelo computador Deep Blue, em 1997. Segue com o aperfeiçoamento dos algoritmos de busca, o surgimento dos assistentes virtuais e a chegada dos grandes modelos de linguagem ao uso corrente.