amostragem


A amostra de 30 é mágica? Origem, limites e riscos de uma regra estatística mal interpretada na pesquisa clínica   Recently updated !

A ideia de que uma amostra com 30 participantes seria suficiente para qualquer pesquisa tornou se uma crença frequente no meio acadêmico. Sua origem está relacionada ao Teorema Central do Limite, à tradição do teste t de Student e à simplificação didática que separa amostras pequenas de amostras grandes. No entanto, em pesquisa clínica, o número 30 não garante validade, precisão, poder estatístico ou relevância clínica. O tamanho da amostra deve ser definido pela pergunta de pesquisa, pelo desenho do estudo, pelo desfecho principal, pela diferença clinicamente relevante, pela variabilidade dos dados e pelas perdas esperadas.


Tamanho da amostra em pesquisas quantitativas, fundamentos, modelos de definição e aplicações práticas   Recently updated !

Este texto discute o tamanho da amostra em pesquisas quantitativas como decisão central para a qualidade metodológica do estudo. Apresenta dois grandes modelos de definição amostral, o formal e o pragmático. No modelo formal, o cálculo varia conforme o objetivo principal da pesquisa, podendo ser orientado para estimativa, comparação entre grupos, correlação ou regressão. No modelo pragmático, a amostra pode ser definida por viabilidade, disponibilidade de casos, bancos de dados existentes ou referência em estudos anteriores. O texto também aborda fatores que modificam o tamanho da amostra, erros frequentes e formas adequadas de justificar essa decisão no método.


A Arte de Selecionar: Como a Amostragem Define a Validade da Pesquisa Clínica   Recently updated !

Este texto trata da amostragem como pilar da validade externa da pesquisa clínica. Explica por que o estudo da população inteira é inviável do ponto de vista logístico, financeiro e ético, e mostra que a qualidade da seleção importa mais do que o tamanho bruto da amostra. Distingue os métodos probabilísticos, fundados no sorteio e na igualdade de chances, dos não probabilísticos, apoiados em conveniência ou em critérios do pesquisador, e indica os cenários próprios de cada um. Discute o viés de seleção decorrente da escolha inadequada e o uso de simuladores digitais para visualizar a representatividade.


Nível Sócioeconômico = Critério de Classificação Econômica Brasil (CCEB)   Recently updated !

Esta postagem trata da aferição do nível socioeconômico em pesquisa por meio do Critério de Classificação Econômica Brasil. Explica que, em alternativa à pergunta direta sobre a renda, os questionários costumam incluir itens de posse de bens de conforto e de contratação de trabalho doméstico, que, somados à escolaridade do responsável pela família, permitem inferir indiretamente o poder de compra. Observa a larga aplicação do indicador em pesquisas de mercado e indica onde obter o critério e uma ferramenta de cálculo disponível na internet.