Arquivo diário: outubro 30, 2026


A ferida é a ponta do iceberg   Recently updated !

Este texto usa a metáfora do iceberg para orientar a avaliação da úlcera de membro inferior. Parte do exame local da ferida, mostra por que descrever a lesão não equivale a diagnosticá-la e desce, camada por camada, ao mecanismo causal, aos fatores que impedem a cicatrização e às condições de vida do paciente. Apoia-se nas diretrizes de doença venosa crônica, de isquemia que ameaça o membro e de pé diabético, além do consenso europeu sobre feridas atípicas. Discute a reavaliação diante da ferida que não evolui e a prevenção da recidiva depois do fechamento.

Infográfico com quatro camadas da avaliação da úlcera: superfície, causa, barreiras e vida, com a tese em faixa final.

Infográfico com três etapas da avaliação da ferida: mudança, causa e conduta, cada uma com a pergunta da equipe

A ferida fala. Aprenda a escutar   Recently updated !

Este texto propõe ler a úlcera de membro inferior como quem escuta uma linguagem. O exsudato, a dor, o edema, as cores, os tecidos e a ausência de progresso são tratados como mensagens que a equipe precisa traduzir em perguntas clínicas, e não como achados a serem apenas cobertos. Para cada sinal, discute-se o que ele pode significar, o que ele não autoriza concluir e quando exige mudança de conduta, com atenção especial à perfusão antes do desbridamento. O texto encerra com o papel do paciente como observador e com três perguntas que organizam cada avaliação.