consentimento informado


O consentimento é um processo, o termo é apenas o seu registro   Recently updated !

Este texto examina o consentimento livre e esclarecido como processo, e não como formulário, na pesquisa clínica brasileira. Apresenta o que mudou com a Lei nº 14.874, de 2024, e com o Decreto nº 12.651, de 2025, e o que permanece exigível pelas resoluções do Conselho Nacional de Saúde. Detalha o conteúdo obrigatório do termo, o registro do processo em prontuário e em documento-fonte, as formalidades de assinatura, data e entrega da via, o consentimento em meio eletrônico e as situações que exigem documentação reforçada. Discute, por fim, a diferença entre cumprir a formalidade e comprovar que o esclarecimento ocorreu.


Quem sabe demais explica mal: a maldição do conhecimento e o consentimento informado   Recently updated !

Este texto examina a maldição do conhecimento, viés cognitivo que impede quem domina um conteúdo de estimar o que alguém sem esse domínio compreenderá, e sua incidência sobre o consentimento informado. Recupera o experimento dos batedores e dos ouvintes, situa a origem do conceito na economia experimental e na psicologia da comunicação, apresenta a evidência sobre a legibilidade dos termos de consentimento e sustenta que a autoavaliação da clareza pelo redator é epistemicamente inútil. Conclui com as intervenções que a literatura mostra eficazes, todas assentadas na verificação ativa da compreensão de quem recebe a informação.


O TCLE é um convite, não um contrato!   Recently updated !

Este texto examina o Termo de Consentimento Livre e Esclarecido como convite, e não como contrato de adesão. Mostra por que a moldura escolhida pelo redator determina o léxico, a sintaxe e a estrutura do documento, articula as exigências da Lei 14.784 de 2024 e das diretrizes internacionais, e apresenta a evidência empírica sobre legibilidade e compreensão. Oferece pares de reescrita que convertem o enunciado contratual em enunciado de convite, discute quem convida, quando e onde, e avalia o uso da inteligência artificial generativa como auxiliar de redação, com as cautelas indispensáveis.


TALE em Formato Storybook: A Inteligência Artificial a Serviço da Ética e da Pesquisa com Crianças   Recently updated !

Este texto propõe o uso de inteligência artificial para converter o Termo de Assentimento Livre e Esclarecido em livro ilustrado de histórias, destinado a crianças participantes de pesquisa clínica. Distingue o assentimento, diálogo honesto dirigido à própria criança a partir dos sete anos, do consentimento assinado pelos responsáveis, e aponta o problema da linguagem técnica e assustadora dos documentos tradicionais. Descreve a tradução de jargões em metáforas simples, a construção de narrativa com personagens e o reforço da autonomia do participante, em processo colaborativo de revisão.