propriedade intelectual


Inovação aberta: quando a melhor ideia vem de fora   Recently updated !

Este texto apresenta a inovação aberta, formulada por Henry Chesbrough, como modelo em que o conhecimento atravessa deliberadamente as fronteiras da organização, para dentro e para fora. Explica os fluxos de entrada e de saída, discute a evidência de que abrir demais também prejudica e mostra por que integrar o conhecimento externo é mais difícil do que buscá-lo. Examina experiências em saúde e o papel da universidade pública brasileira, à luz do Marco Legal de Ciência, Tecnologia e Inovação, sem perder de vista o interesse público.

Infográfico Inovação aberta: entrada, saída, dosagem e integração

Infográfico Antes de publicar, o NIT: momento, prazo, ponte e sociedade

Antes de publicar, procure o NIT: como proteger e levar a inovação em saúde à sociedade   Recently updated !

Este texto apresenta o Núcleo de Inovação Tecnológica como parceiro de pesquisadores, docentes, alunos, residentes, servidores técnico-administrativos, empresas e comunidade. Discute o momento de procurá-lo, o risco de divulgar resultados antes da proteção e o período de graça previsto na lei brasileira, com seus limites no exterior. Examina as diferentes formas de inovação em saúde e mostra como o núcleo aproxima conhecimento acadêmico, prática clínica, Sistema Único de Saúde e sociedade, sem prometer que toda pesquisa resultará em patente ou empresa.


NIT: por que a universidade precisa de um Núcleo de Inovação Tecnológica   Recently updated !

Este texto apresenta o Núcleo de Inovação Tecnológica como estrutura que organiza a política de inovação nas universidades. Explica sua origem histórica, o marco legal brasileiro e suas funções na proteção de resultados, na transferência de tecnologia e na formação de parcerias. Discute por que o NIT não deve ser reduzido a patentes e como pode aproximar conhecimento, interesse público e desenvolvimento regional sem subordinar a pesquisa a interesses de curto prazo.


Guia Técnico sobre como realizar o registro de software no INPI

Este guia descreve o registro de programa de computador no INPI, procedimento inteiramente digital que constitui prova formal de autoria e titularidade. Esclarece que se trata de registro autoral, fundado na Lei nº 9.609/1998 e no sistema de direitos autorais, e não de patente de invenção. Detalha as etapas, o cadastro no sistema e-INPI, a emissão e o pagamento da guia de recolhimento, a assinatura digital da Declaração de Veracidade com certificado ICP-Brasil e a geração do resumo digital, ou hash, do código-fonte, que dispensa a divulgação do código.


Revisão Patentária: Benefícios, Objetivos e Importância no Cenário Global da Inovação

Este capítulo examina a busca patentária como instrumento do ecossistema de inovação. Define a prática como consulta a documentos de patente, concedidas e depositadas, para identificar o estado da técnica, verificar a novidade de uma invenção e acompanhar os avanços de um setor. Descreve seus benefícios estratégicos, entre eles economizar tempo e recursos, evitar esforço duplicado, prevenir conflitos jurídicos e revelar tendências tecnológicas emergentes. Discute a utilidade da informação patentária para pesquisadores, empresas, universidades e formuladores de políticas públicas.


Patentear

Esta postagem apresenta noções básicas sobre patente, definida como título de propriedade temporária sobre invenção ou modelo de utilidade, outorgado pelo Estado em contrapartida à revelação detalhada do conteúdo técnico protegido. Explica sua importância econômica, pois a pesquisa e o desenvolvimento de novos produtos exigem investimento elevado e a proteção impede que concorrentes copiem e vendam a preço menor sem terem suportado esse custo. Registra que, durante a vigência, o titular pode excluir terceiros de atos como fabricação, uso, venda, importação e comercialização.