desenvolvimento de software


Do primeiro pedido à versão publicada, o que um relógio de xadrez ensina sobre inteligência artificial generativa   Recently updated !

Este texto relata a construção de um relógio de xadrez com assistência de inteligência artificial generativa e o transforma em material didático. Mostra que a primeira versão funciona como hipótese de solução, que o versionamento preserva a memória das decisões e que critérios observáveis ajudam a corrigir interpretações equivocadas da IA. Discute autoria e responsabilidade pedagógica, usabilidade, responsividade, a diferença entre testar regras e observar pessoas e o reaproveitamento da estrutura em um placar. Encerra com uma proposta de atividade para a sala de aula, centrada na capacidade do estudante de explicar e justificar suas decisões.


API e MCP: duas formas de conectar sistemas, e como escolher entre elas

Esta reflexão examina dois mecanismos de integração entre sistemas, a interface de programação de aplicações e o Model Context Protocol, e propõe um critério prático de escolha entre eles. O texto explica o que cada um padroniza, mostra por que a API sustenta a agenda de dados acionáveis por máquina e a interoperabilidade em saúde, e situa o MCP como resposta recente ao problema de ligar modelos de linguagem a ferramentas e bases. Discute vantagens, perda de determinismo e riscos de segurança já documentados, e encerra com um exemplo de revisão de escopo resolvido pelas duas vias.


Progressive Web Apps (PWA) no Desenvolvimento de Aplicativos

Este texto apresenta as aplicações web progressivas, conhecidas pela sigla PWA, como abordagem híbrida que reúne características de sítios e de aplicativos nativos. Explica seus três componentes fundamentais, os Service Workers, o Web App Manifest e o uso obrigatório de HTTPS, e descreve recursos como funcionamento sem conexão, notificações, instalação no dispositivo e atualização automática, sem distribuição por lojas de aplicativos. Discute vantagens de custo e de manutenção frente ao desenvolvimento para múltiplas plataformas e examina o potencial dessa tecnologia na área da saúde, sobretudo em regiões com conectividade limitada.


Guia Técnico sobre como realizar o registro de software no INPI

Este guia descreve o registro de programa de computador no INPI, procedimento inteiramente digital que constitui prova formal de autoria e titularidade. Esclarece que se trata de registro autoral, fundado na Lei nº 9.609/1998 e no sistema de direitos autorais, e não de patente de invenção. Detalha as etapas, o cadastro no sistema e-INPI, a emissão e o pagamento da guia de recolhimento, a assinatura digital da Declaração de Veracidade com certificado ICP-Brasil e a geração do resumo digital, ou hash, do código-fonte, que dispensa a divulgação do código.


Hash de software, o que é, por que importa e como obter passo a passo

Este texto explica o que é o resumo digital, conhecido como hash, código gerado matematicamente a partir do conteúdo de um arquivo e alterado por completo diante de qualquer modificação, ainda que mínima. Discute sua utilidade na pós-graduação, para comprovar integridade, rastrear versões, reforçar autoria e ampliar a reprodutibilidade de pesquisas que envolvem software, e menciona as implicações acadêmicas e jurídicas, entre elas o questionamento em banca, a auditoria e o litígio de autoria. Ensina, passo a passo, como obter o hash de um arquivo no Windows pelo Prompt de Comando.


A Importância do Backlog e do Changelog na Criação de Aplicativos

Este texto trata do backlog e do changelog como instrumentos de organização no desenvolvimento de aplicativos. Observa que a maioria dos projetos acadêmicos falha por ausência de rastreabilidade, e não por limitação técnica. Apresenta o backlog do produto, definido no Scrum, como lista ordenada que responde ao que será feito, por que, com qual prioridade e quando, e o changelog como registro das alterações já realizadas, associado ao versionamento semântico e suas três posições. Sustenta que os dois documentos formam um ciclo de planejamento, execução e documentação.


Scratch e MIT App Inventor: Ferramentas de Aprendizagem e Inovação na Programação

Este texto compara duas plataformas educacionais criadas no Massachusetts Institute of Technology que tornaram a programação acessível a quem não domina linguagens tradicionais. Descreve o Scratch, de interface em blocos, voltado a iniciantes e crianças e adequado à criação de jogos, animações e histórias interativas, com ênfase no raciocínio lógico e na criatividade. Em seguida apresenta o App Inventor, que permite construir aplicativos funcionais para dispositivos móveis, com uso de sensores e conexão à internet, e o aproxima da prototipagem e da inovação aplicada, inclusive na área da saúde.


Docker e ao Conceito de Contêineres

Este texto introdutório explica o que é o Docker e o conceito de contêiner, caixa isolada que reúne a aplicação e tudo aquilo de que ela necessita para funcionar, o que assegura reprodutibilidade e portabilidade. Compara contêineres e máquinas virtuais, observando que os primeiros compartilham o núcleo do sistema operacional e por isso são mais leves e rápidos, e recorre à analogia da marmita para fixar a diferença. Apresenta um exercício didático, servir uma página em HTML dentro de um contêiner, com a construção da imagem e a visualização no navegador.


PRD de aplicativos

Este texto define o documento de requisitos do produto, conhecido pela sigla PRD, como peça formal que descreve o que o aplicativo deve fazer, como deve se comportar e quando pode ser considerado concluído. Enumera suas seções habituais, a visão geral e o objetivo, o escopo, os requisitos funcionais e os não funcionais, os fluxos de uso e a interface e os critérios de aceitação. Em seguida, descreve como um assistente de inteligência artificial pode apoiar a estruturação inicial, o refinamento dos requisitos, o mapeamento de jornadas e a análise de lacunas.