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Do primeiro pedido à versão publicada, o que um relógio de xadrez ensina sobre inteligência artificial generativa   Recently updated !

Este texto relata a construção de um relógio de xadrez com assistência de inteligência artificial generativa e o transforma em material didático. Mostra que a primeira versão funciona como hipótese de solução, que o versionamento preserva a memória das decisões e que critérios observáveis ajudam a corrigir interpretações equivocadas da IA. Discute autoria e responsabilidade pedagógica, usabilidade, responsividade, a diferença entre testar regras e observar pessoas e o reaproveitamento da estrutura em um placar. Encerra com uma proposta de atividade para a sala de aula, centrada na capacidade do estudante de explicar e justificar suas decisões.


Mini-CEX e OSCE: por que a avaliação clínica precisa de mais de um instrumento

Este texto examina o Mini-CEX e o OSCE, dois instrumentos centrais na avaliação da competência clínica, a partir de suas origens e estruturas distintas. Situa ambos na hierarquia de Miller, mostrando que ocupam níveis diferentes da pirâmide da competência, e detalha suas diferenças quanto a ambiente, tipo de paciente e padronização. Argumenta, com base na avaliação programática, que a escolha entre os dois é um falso problema, pois a validade de um programa de avaliação depende da triangulação de evidências, e não da eleição de um método único. Discute, por fim, os limites e as condições para sua implementação.


Sistema simbólico de avaliação com círculo, quadrado e triângulo: uma proposta aplicada à pós-graduação

Este artigo propõe um modelo simbólico de avaliação com três categorias, círculo, quadrado e triângulo, inspirado na lógica decisória do karatê tradicional e aplicado à avaliação integrada de produto e pesquisa na pós-graduação. Parte do diagnóstico de que rubricas extensas e escalas detalhadas aumentam a carga cognitiva, a variabilidade entre avaliadores e o ruído avaliativo. Fundamenta a proposta na teoria da carga cognitiva, na teoria da decisão e na avaliação por competências, e sustenta que a compressão da escala em três níveis bem definidos amplia a consistência, a escalabilidade e a utilidade do retorno ao estudante.