inteligência artificial generativa


O empreendedor e a máquina: o que a evidência diz sobre inteligência artificial nos negócios   Recently updated !

Este texto reúne a evidência experimental mais rigorosa sobre os efeitos da inteligência artificial generativa no trabalho e a traduz para quem empreende. Mostra ganhos reais de produtividade, maiores para os menos experientes, e uma fronteira irregular, fora da qual o desempenho piora. Discute o que muda nas etapas de criação de uma empresa, por que a ferramenta disponível a todos não constitui vantagem duradoura e quais cuidados adicionais se impõem a quem empreende em saúde, com dados sensíveis e responsabilidade profissional.

Infográfico IA no empreendimento: ganhos, fronteira, vantagem e saúde

Infográfico Do chat ao agente: escopo, contexto, permissão e revisão

OpenClaw e Hermes: quando a inteligência artificial deixa de apenas responder   Recently updated !

Este texto examina OpenClaw e Hermes como exemplos da passagem de chatbots para agentes generativos com memória, ferramentas e rotinas de ação. Explica o que distingue resposta de autonomia operacional, discute aplicações em estudo e pesquisa e propõe critérios para delegação responsável. Mostra que a utilidade desses sistemas depende de contexto verificável, permissões limitadas e revisão humana, sobretudo quando a inteligência artificial passa a participar de decisões e tarefas fora da janela de conversa.


Do primeiro pedido à versão publicada, o que um relógio de xadrez ensina sobre inteligência artificial generativa   Recently updated !

Este texto relata a construção de um relógio de xadrez com assistência de inteligência artificial generativa e o transforma em material didático. Mostra que a primeira versão funciona como hipótese de solução, que o versionamento preserva a memória das decisões e que critérios observáveis ajudam a corrigir interpretações equivocadas da IA. Discute autoria e responsabilidade pedagógica, usabilidade, responsividade, a diferença entre testar regras e observar pessoas e o reaproveitamento da estrutura em um placar. Encerra com uma proposta de atividade para a sala de aula, centrada na capacidade do estudante de explicar e justificar suas decisões.


Declaração de uso da inteligência humana: quem responde pelo que se publica   Recently updated !

Este texto apresenta a declaração de uso da inteligência humana, proposta que inverte o foco das declarações de uso de inteligência artificial generativa exigidas por periódicos e instituições. Parte das políticas editoriais que vedam a autoria de ferramentas, examina o que a transparência centrada na ferramenta deixa de dizer e reproduz a declaração na íntegra. Discute, em seguida, a falibilidade da inteligência humana e a continuidade da responsabilidade autoral, anterior à inteligência artificial. O leitor encontrará um argumento para ler a declaração como complemento, e não como substituto, das exigências formais, e um convite a redigir a sua própria.


O dado do participante não viaja sem autorização: inteligência artificial generativa e o dever do Comitê de Ética em Pesquisa

Este texto examina o uso de inteligência artificial generativa sobre dados de participantes de pesquisa e o dever de exame das instâncias de ética. Sustenta que inserir transcrições ou prontuários em serviço externo é operação de tratamento de dados sensíveis, com transferência internacional e retenção por terceiro, e não detalhe operacional. Discute os limites da anonimização diante da evidência sobre reidentificação, articula a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais com a legislação de pesquisa com seres humanos, propõe cláusula para o termo de consentimento, oferece roteiro de sete perguntas ao parecerista e avalia o processamento local.