segurança da informação


API e MCP: duas formas de conectar sistemas, e como escolher entre elas   Recently updated !

Esta reflexão examina dois mecanismos de integração entre sistemas, a interface de programação de aplicações e o Model Context Protocol, e propõe um critério prático de escolha entre eles. O texto explica o que cada um padroniza, mostra por que a API sustenta a agenda de dados acionáveis por máquina e a interoperabilidade em saúde, e situa o MCP como resposta recente ao problema de ligar modelos de linguagem a ferramentas e bases. Discute vantagens, perda de determinismo e riscos de segurança já documentados, e encerra com um exemplo de revisão de escopo resolvido pelas duas vias.


Injeção de prompt: quando o documento dá ordens ao seu assistente   Recently updated !

Este texto explica a injeção de prompt, ataque em que um conteúdo lido por um assistente de inteligência artificial é interpretado como ordem em vez de dado. Apresenta a raiz do problema, que é a ausência de separação entre instrução e conteúdo, distingue as modalidades direta, indireta e oculta em documentos, discute a evidência experimental obtida em tarefas de oncologia e oferece um mapa das demais ameaças associadas ao uso dessas ferramentas na pesquisa. Encerra com condutas práticas ao alcance do pesquisador e do comitê de ética, da limitação de permissões à triagem prévia de arquivos de terceiros.


A mesma pergunta, respostas diferentes: o não determinismo da inteligência artificial generativa na medicina   Recently updated !

A inteligência artificial generativa apresenta uma propriedade que intriga quem a utiliza pela primeira vez: a mesma pergunta pode produzir respostas diferentes a cada execução. Este texto explica, de forma acessível ao estudante de medicina, por que isso acontece, como a amostragem probabilística palavra a palavra gera essa variabilidade e por que ela não corresponde a uma aleatoriedade verdadeira. Discute, ainda, as implicações dessa característica para a decisão clínica, a segurança do paciente, a auditoria de condutas e o rigor da pesquisa científica.


Responsabilidades éticas do estudante de medicina sobre a privacidade e sigilo durante as aulas   Recently updated !

Este texto reúne as responsabilidades éticas do estudante de medicina quanto à privacidade e ao sigilo durante aulas e práticas clínicas. Sustenta que o respeito à intimidade e ao pudor do paciente e a manutenção do sigilo sobre informações pessoais e clínicas alcançam o acadêmico, a quem é vedada a quebra do sigilo salvo motivo justo, dever legal ou consentimento expresso. Orienta quanto ao manuseio restrito de prontuários e documentos, à discussão de casos sem elementos identificadores e ao uso de imagens, e lembra que a infração é também juridicamente sancionável.