qualidade em saúde


Por que boas inovações em saúde acabam esquecidas no armário   Recently updated !

Este texto examina por que tantas inovações em saúde funcionam no piloto e fracassam na rotina. Mostra que a maioria das falhas não é técnica, mas de previsão, de implantação e de ajuste ao contexto. Discute o otimismo dos planejadores, a implantação como etapa própria, a evidência sobre difusão de inovações em serviços e o modelo que organiza a não adoção e o abandono de tecnologias em sete domínios. Encerra com o uso de um quadro consolidado de pesquisa em implementação como lista de verificação antes de começar.

Infográfico Do piloto à rotina: previsão, implantação, complexidade e verificação

Infográfico Inovação incremental: planejar, fazer, estudar e agir

A força silenciosa da inovação incremental   Recently updated !

Este texto defende a inovação incremental contra a fama de prima pobre da inovação radical. Apresenta o dilema entre explorar o novo e aperfeiçoar o existente, descrito por James March, mostra quando melhorar aos poucos não basta e por que organizações bem-sucedidas precisam fazer as duas coisas. Na saúde, examina o ciclo Planejar, Fazer, Estudar e Agir, proposto como método de melhoria, e o que uma revisão sistemática revelou sobre a forma incompleta com que ele costuma ser aplicado.


Cultura de inovação nasce da segurança para errar em voz alta   Recently updated !

Este texto examina a cultura de inovação a partir de um conceito mensurável: a segurança psicológica, entendida como a crença compartilhada de que é possível falar, perguntar e errar sem punição. Apresenta a formulação de Amy Edmondson, discute como hierarquia e status profissional silenciam equipes de saúde e reúne a evidência meta-analítica sobre os fatores de equipe que favorecem a inovação. Encerra com práticas concretas que líderes de serviços, laboratórios e grupos de pesquisa podem adotar para transformar silêncio em aprendizagem.

Infográfico Segurança psicológica: voz, hierarquia, liderança e disciplina

A Gestão da Qualidade em Saúde: Da Estatística à Prática Clínica (NPS e CSAT)

Este artigo examina a aplicação das métricas Net Promoter Score e Customer Satisfaction Score no contexto da saúde baseada em valor, modelo em que o valor corresponde aos resultados que importam ao paciente divididos pelo custo de alcançá-los. Distingue a satisfação transacional, medida pontual de uma etapa da jornada assistencial, da lealdade expressa pela disposição de recomendar o serviço, detalha o cálculo de cada indicador e as zonas de qualidade correspondentes. Argumenta que a voz do paciente, convertida em dado, revela falhas ocultas do cuidado e repercute na adesão terapêutica.