inteligência artificial


Da Estabilidade ao Caos: A Evolução dos Cenários Globais e o Impacto da IA

A compreensão dos cenários globais é essencial para a estratégia de pessoas e organizações. O Mundo SPOD refletia a realidade estável e previsível de grande parte do século XX. Com a globalização e a internet, emergiu o Mundo VUCA, marcado pela volatilidade, incerteza, complexidade e ambiguidade, exigindo rápida adaptação. Mais recentemente, devido a crises globais e climáticas, Jamais Cascio propôs o Mundo BANI, que descreve um ambiente frágil, ansioso, não-linear e incompreensível. Hoje, a transição para um Mundo com Inteligência Artificial traz novos desafios, demandando resiliência, empatia, intuição tecnológica e reinvenção constante para navegar no caos e na inovação.


A Arte da Composição Digital: Do TeX à Era da Inteligência Artificial

Este capítulo percorre a trajetória do LaTeX como sistema de composição tipográfica voltado à comunicação científica. Parte da insatisfação de Donald Knuth, nos anos 1970, narra a criação do TeX e a posterior padronização por Leslie Lamport, e discute a premissa de separação entre conteúdo e forma. Aborda o papel da comunidade reunida em torno do CTAN, a migração para plataformas em nuvem como o Overleaf e o uso de inteligência artificial generativa na redação e na correção do código, argumentando por que o LaTeX permanece a escolha preferencial para documentos que exigem precisão e longevidade.


Como Escrever Textos de Alto Nível com IA: O Guia Definitivo para Estudantes de Graduação

Este guia ensina estudantes de graduação a empregar inteligência artificial na escrita acadêmica sem abrir mão da autoria. Propõe um fluxo de trabalho em três etapas, curadoria, síntese e refino, que combina o NotebookLM, usado em busca profunda sobre revisões sistemáticas e patentes, com o Google Gemini e seu editor Canvas para o acabamento do texto. Adverte contra o uso da ferramenta como simples geradora de parágrafos, prática que produz texto genérico e informação inventada, e apresenta orientações de legibilidade, de âncoras visuais e de referenciação no padrão Vancouver, com ênfase na integridade científica.


A Alquimia Moderna: Quando a Tradição do Pão Encontra a Inteligência Artificial

Este texto relata a construção de uma calculadora interativa de panificação com auxílio de inteligência artificial, a partir de receitas em vídeo. Descreve como a ferramenta aplica a porcentagem do padeiro para ajustar proporções, recalcula a hidratação conforme o tipo de farinha e as condições do ambiente e orienta quanto ao ponto de véu da massa e ao tempo de descanso. Argumenta que a tecnologia não substitui a tradição artesanal, mas reduz a tentativa e erro, e apresenta o passo a passo da construção da própria calculadora.


TALE em Formato Storybook: A Inteligência Artificial a Serviço da Ética e da Pesquisa com Crianças

Este texto propõe o uso de inteligência artificial para converter o Termo de Assentimento Livre e Esclarecido em livro ilustrado de histórias, destinado a crianças participantes de pesquisa clínica. Distingue o assentimento, diálogo honesto dirigido à própria criança a partir dos sete anos, do consentimento assinado pelos responsáveis, e aponta o problema da linguagem técnica e assustadora dos documentos tradicionais. Descreve a tradução de jargões em metáforas simples, a construção de narrativa com personagens e o reforço da autonomia do participante, em processo colaborativo de revisão.


Google Colab para Profissionais de Saúde: Da Planilha Básica à Inteligência Artificial

Este texto apresenta o Google Colab como ambiente de computação em nuvem útil a estudantes de medicina, residentes e pesquisadores clínicos. Mostra que a ferramenta dispensa a instalação de programas e a aquisição de licenças onerosas, e permite analisar volumes grandes de dados assistenciais, visualizar estatísticas epidemiológicas e testar modelos preditivos. Discute a integração com o armazenamento em nuvem, que facilita a colaboração em pesquisas multicêntricas, e sustenta que, longe de tornar o recurso obsoleto, a inteligência artificial generativa o reforça como ambiente de validação de modelos sobre dados reais.


NotebookLM como orientador assistente: três fases para refinar seu relato de caso

Este guia orienta estudantes de medicina a usar o Google NotebookLM para refinar relatos de caso após a elaboração de uma versão inicial. A ferramenta, baseada em grounding, analisa exclusivamente os arquivos enviados pelo usuário, eliminando o risco de alucinações. O protocolo estrutura-se em três fases: na primeira, a IA atua como banca virtual, identificando lacunas clínicas e incongruências diagnósticas; na segunda, gera um roteiro de fala narrativo ajustado a sete minutos; na terceira, simula perguntas difíceis da banca examinadora. O objetivo é desenvolver a competência de usar inteligência artificial de forma deliberada para alcançar maestria na comunicação científica médica.


Transformação de Capítulos em Podcast: Um Roteiro Operacional Passo a Passo

Este roteiro descreve, passo a passo, a conversão de capítulos de livro em episódios de podcast. Contempla a preparação do arquivo em PDF, com texto selecionável, nomenclatura padronizada e decisão prévia sobre notas de rodapé e referências, o envio da fonte ao NotebookLM e a geração do áudio, a revisão técnica mínima do arquivo sonoro e a publicação em plataforma de distribuição. A proposta privilegia padronização e eficiência, de modo a permitir a produção seriada de conteúdo educativo em projetos acadêmicos, cursos e iniciativas institucionais.


Construindo Soluções de IA Médica com o MedGemma: Potenciais e Limitações

Este texto apresenta o MedGemma, coleção de modelos de inteligência artificial de código aberto desenvolvida pelo Google sobre a arquitetura Gemma 3 e voltada à compreensão de texto clínico e à interpretação de imagens médicas. Descreve as variantes multimodais e exclusivamente textuais, os usos possíveis em geração de relatórios de exames, triagem e apoio a fluxos assistenciais, e as possibilidades de ajuste fino e de integração técnica. Ressalta que modelos de uso geral não atendem às particularidades da linguagem médica e insiste na validação robusta e na supervisão humana antes de qualquer aplicação clínica.


Exercício Prático: A Escada da Complexidade com IA

Este exercício usa o coeficiente Kappa de Cohen como objeto para demonstrar a chamada escada da complexidade na interação com inteligência artificial. Percorre quatro níveis de explicação, da analogia lúdica que distingue sorte de habilidade até o rigor exigido na pós-graduação, passando pela aplicação clínica, pelos paradoxos estatísticos e pelo cálculo amostral. Traz roteiros de perguntas prontos e um programa em Python para o cálculo automatizado, e sustenta a tese central de que a profundidade da resposta obtida reflete a estrutura da pergunta formulada.


A Nova Era da Descoberta: Por Que Sua Pesquisa Precisa de Co-Orientadores Virtuais Agora

Este texto descreve a passagem do modelo analógico de pesquisa, feito em bibliotecas e limitado pela disponibilidade física do material, ao modelo digital, que substituiu a escassez de informação pelo excesso, e propõe um terceiro momento, o da assistência inteligente. Sustenta que a orientação humana permanece insubstituível e defende que ela seja acompanhada por assistentes de inteligência artificial escolhidos pelo pesquisador, empregados em tarefas distintas, como a geração de ideias e a análise de dados. Apresenta esse arranjo híbrido como prática já disponível na iniciação científica e na pós-graduação.


Google NotebookLM

Esta ficha apresenta o NotebookLM, assistente de pesquisa e de escrita do Google que analisa os documentos enviados pelo usuário e responde a partir deles. Organiza a descrição em perguntas, o que é, para que serve, a quem se destina, onde é acessado, quando deve ser empregado e como funciona. Indica os usos mais produtivos, a compreensão rápida de conjuntos extensos de fontes, a extração de pontos centrais, a formulação de perguntas e a produção de resumos e rascunhos, com aplicação típica nas fases de pesquisa, análise e redação preliminar.


Produção de e-books com IA – Storybook do Gemini

Este texto relata a mini oficina de produção de livros digitais com o recurso Storybook, ferramenta gratuita de inteligência artificial generativa aplicada à educação. Descreve a carga horária, o formato presencial e prático e o público formado por estudantes e educadores do ensino fundamental, médio e superior. Registra a metodologia adotada, com demonstração ao vivo, acompanhamento individual e socialização das produções, e os objetivos de construir narrativas originais, criar personagens, gerar ilustrações e exportar a obra. Apresenta a atividade como replicável em escolas, voltada ao protagonismo estudantil.


Inteligência Artificial e Plágio na Produção Científica

Este texto examina a relação entre inteligência artificial e plágio na produção científica. Sustenta que a ferramenta não comete plágio, por não ser sujeito de direito, e que a responsabilidade pelo texto permanece integralmente do pesquisador, a quem cabe revisar, validar e referenciar. Registra o entendimento do escritório de direitos autorais dos Estados Unidos quanto à ausência de proteção para obras criadas exclusivamente por máquina, adverte que os detectores de conteúdo gerado por inteligência artificial produzem muitos falsos positivos e lembra que a acusação sem prova pode configurar calúnia ou difamação.


🧭 Uso do ChatGPT para Criar Formulários do Google via Apps Script

Este texto descreve o uso de assistente de inteligência artificial para gerar código em Google Apps Script e, com ele, criar e configurar formulários automaticamente. Explica o que o código pode conter, título, seções, perguntas de tipos variados, lógica condicional de navegação, mensagens de confirmação e integração com planilhas para registro das respostas. Aponta as vantagens de agilidade, padronização, reprodutibilidade e documentação, indica as situações de uso, entre elas questionários, avaliações e produtos mínimos viáveis, e distingue os dois ambientes envolvidos, o de geração e o de execução do código.


O verdadeiro problema não é a credibilidade, mas o uso irrefletido da IA

Este texto sustenta que o debate sobre inteligência artificial na pesquisa se concentrou indevidamente no receio de perda de credibilidade, quando o problema real está no uso irrefletido e não validado da ferramenta. Argumenta que a credibilidade não é comprometida pela transparência, mas pela ausência de validação, e que o risco surge quando o pesquisador delega à máquina o julgamento crítico e aceita respostas automáticas como conclusões. Defende que declarar o uso ético e validado constitui ato de maturidade profissional, e que a responsabilidade pelo resultado permanece sempre humana.


A Ideia Brilhante e o Uso da Inteligência Artificial na Pesquisa

Este capítulo examina o efeito da inteligência artificial sobre a pesquisa científica e sustenta que a ferramenta acelera etapas sem alterar a essência da jornada, que permanece dividida em planejamento, execução e divulgação. Parte da ideia brilhante, estruturada pela estratégia PICO até converter-se em pergunta clara, e mostra o auxílio da máquina na formulação de hipóteses, objetivos e títulos e na elaboração do plano de intenção. Adverte quanto aos riscos de superficialidade, informação falsa e viés, e mantém a validação crítica e ética como tarefa indelegável do pesquisador.


A Inteligência Artificial como Máquina a Vapor da Intelectualidade Humana na Pesquisa Clínica

Este texto propõe uma analogia entre a inteligência artificial e a máquina a vapor, que multiplicou a força física humana e abriu caminho para a revolução industrial. Sustenta que a nova tecnologia multiplica a capacidade de processar informação, analisar dados e produzir conhecimento, com aplicações na seleção de artigos para revisões sistemáticas, na identificação de hipóteses em grandes bancos, na simulação de cenários e no apoio à redação. Distingue o uso legítimo da simulação de autoria e defende que a ética está em integrar a tecnologia com consciência, não em recusá-la.


O compromisso do estudante de Medicina na era das IAs

Este relato parte de uma aula de pesquisa em ciências da saúde em que os estudantes, dispersos, concluíam com auxílio de inteligência artificial um trabalho de bioquímica sobre a via de síntese dos ácidos graxos. Diante da uniformidade das respostas, o professor interrompe a exposição e pergunta qual a importância do tema na formação do médico generalista, sem obter resposta. Ao dirigir a mesma pergunta a um assistente automatizado, obtém a conexão com metabolismo energético, obesidade, diabetes e prevenção cardiovascular, o que reacende o interesse da turma.


Descubra o poder do Storybook da Gemini

Este texto apresenta o Storybook como plataforma que centraliza o desenvolvimento, a documentação e o teste de componentes de interface de forma isolada, sem necessidade de iniciar a aplicação inteira. Enumera as vantagens que atribui à ferramenta, o desenvolvimento ágil de componentes robustos e reutilizáveis, a documentação viva que mostra o comportamento de cada elemento em diferentes estados, e a colaboração entre equipe técnica, pessoas de projeto e gestores de produto, com apoio aos testes de regressão visual. Ao final, indica exemplos de uso já publicados.